Jogos com teor histórico ou lendas são muito desejados em diversos aspectos pra ver coerências ou referências diretamente. Entretanto, jogos que tem essa premissa, mesclada com uma pitada de incoerência e focado mais em piadas, são extremamente o ápice da diversão, principalmente para os já conhecedores dos diversos momentos lendários e mitológicos que a humanidade tem, que podem aproveitar de forma mais profunda as referências e comparar com as possíveis piadas que esses jogos podem trazer.
Aqui mesmo no site, tivemos um título analisado, como Bang-on Balls: Chronicles,no qual me divertiu com as diversas piadas de humor pastelão e ácido para a retratação da história.
Já em Knight VS Giant – The Broken Excalibur, temos a retratação do conto de Arthur e seus nobres Cavaleiros da Tábula Redonda, porém de forma totalmente diferenciada ao conto original e com as já esperadas tiradas humorísticas…
Desenvolvido pela Gambir Game Studio e portado pela Raredrop Games, que tem um considerável portfólio para jogos em mobile, vamos então analisar e ver o que esse jogo nos traz?????
Raredrop Games (site oficial)
A Raredrop Games é um estúdio independente de desenvolvimento de jogos com sede em Bristol, Reino Unido.
Gambir Game Studio (site oficial)
GAMBIR STUDIO (Cahaya Usaha Mandiri, PT) é uma empresa desenvolvedora de jogos da Indonésia que está ativa desde agosto de 2016, com uma equipe composta por pessoas apaixonadas com mais de 15 anos de experiência na indústria de jogos. Desde 2016, a GAMBIR STUDIO já lançou 13 títulos no GooglePlay e na Apple App Store. Os aplicativos da Gambir Game Studio coletaram cerca de 10 milhões de instalações. Embora com foco em jogos móveis F2P, jogos HTML 5. A GAMBIR STUDIO também desenvolveu jogos Premium para PC.3

Código fornecido para review pela PQube, versão Playstation 4/5
Review baseado na versão Playstation 5
Nome: Knight vs Giant: The Broken Excalibur
Gênero: Action, Hack’n Slash, Roguelike, RPG
Desenvolvedora: Gambir Game Studio
Distribuidora: PQube
Lançamento: 2023 (5 de outubro)
Plataformas: Playstation 4/5, Xbox One / Series S|X, Nintendo Switch, PC e MacOS
Mídia: até o momento do review, apenas digital
OBS: as versões Playstation 4/5 POSSUEM cross-buy


Tela Título


História / Enredo

Um misterioso mago aparece em cena, preocupado e com sentimento de culpa…
Depois que Camelot foi destruída por gigantes que trouxeram caos sobre a terra e seu povo, o mago Merlin – em uma tentativa de banir o Gigante do Vazio do reino – transportou suas ruínas e sobreviventes para a Dimensão Astral.


Em suas mãos, o peso do sangue dos Cavaleiros da Távola Redonda…
Consequência de uma abominação por cima de Camelot…


Em um breve surto de dilemas, o mago misterioso diz que a culpa não é totalmente dele, mas sim também dos cavaleiros, que não compreenderam o poder…
Poder este que era do mago, por direito…
E por sua loucura, agora estão mortos…
Com isso, o mago se sente encarregado de consertar toda essa bagunça…
Mas… “por que sempre ele????”


Tudo começou com o artefato ruinoso… o Santo Graal!!!
No qual os cavaleiros deveriam trazer para o tal mago…
Mas em vez disso, os brutamontes atrapalhados, espetaram suas lâminas pegajosas nesse objeto…
Ele devia ter avisado sobre o possível perigo que esse objeto poderia trazer, mas ele não o fez, foi totalmente negligenciado…


Então, uma grande fera surgiu do Graal, nascido do próprio vazio…


Então, uma batalha se iniciou, e cortou todos os cavaleiros como se fosse uma faca quente na manteiga. E antes que voltassem os olhos para Camellot…

Nós todos já sabemos das lendas, um valente herói em uma brilhante armadura, megulha para salvar o dia.
Mas essa não é aquela lenda, mesmo nosso rei valente, caiu perante do poder do vazio…


Então descobrimos que o mago em questão é Merlin, que em uma tentativa de banir o Gigante do Vazio do reino – transportou suas ruínas e sobreviventes para a Dimensão Astral, tal qual como as ruínas de Camelot inteira.

Depois de banir, algo precisava ser feito, Camelot deveria retornar à seu estado de de fortaleza, e Merlin ainda teria poder suficiente para retornar 1 único cavaleiro…

E assim, Arthur retorna, e o bravo cavaleiro com sua espada quebrada devem agora encontrar uma maneira de derrotar os gigantes e monstros espalhados pela Dimensão Astral e devolver Camelot à sua antiga glória.
Gráficos



Optando por um design gráfico totalmente desenhado à mão, vemos um jogo muito rico em sua paleta de cores e efeitos de luz bem aplicados. A animação dos inimigos e de Arthur é bastante fluída, enquanto nas animações de enredo, são estáticas, como pudemos notar no enredo.
A artwork dos personagens aparece em eventos de história e progressão de desenvolvimento do jogo, seja com NPC’s ou pelos diálogos diretos de Arthur com Merlin.
A engine usada é a Unity.
Som/OST
O jogo possui uma breve atuação de dublagem, com voice-acting apenas em trechos mais relevantes, não sendo totalmente dublado em toda e qualquer conversa existente no jogo.
Merlin é dublado por Brian Blessed e Arthur é dublado por Will De Renzy-Martin, ambos muito conhecidos, se forem ver os trabalhos anteriores.
Como exemplo, Brian trabalhou em Evil Genius 2, e Will trabalhou em Wo Long.
A trilha sonora é composta por Aji Priandaka que trabalhou em Potion Permit, optou por deixar um arranjo bem variado em seu repertório, mas levemente limitada à quantidade, indo de músicas orquestrais de época à músicas com arranjos de rock e batidas mais agitadas.
Infelizmente não encontrei a trilha sonora para mostrar pra vocês.
Jogabilidade


Com um esquemático totalmente versátil e customizável, temos um controle que oferece um mapeamento não muito extenso, usando apenas 3 botões de função e 2 botões de shoulders no controle.
Um cavaleiro, sem seu cavalo e sem nada…
Arthur é revivido e, como todo roguelike, espera-se que não tenha absolutamente nada de recursos, além de sua EXCALIBUR quebrada. Entretanto, um cavaleiro bem treinado tem ainda as suas habilidades, esta sim não pode ser tirada, mesmo que sua alma retorne para, bem… o vazio.


Arthur tem um combo básico de 4 hits e uma evasão que se dá por rolamento no chão.
Os frames de rolamento permitem um breve momento de invencibilidade em Arthur, o que o torna bem efetivo nas batalhas.
Evidentemente, como todo roguelike, o jogo irá lhe forçar uma derrota, no qual fará com que Merlin traga Arthur novamente para o vazio.
Uma Camelot, sem sua população e sem nada…

Merlin trará Arthur para a Dimensão Astral, que é onde concentra todo o “mundo vazio”, onde se encontram os Gigantes que Arthur deverá enfrentar, assim como também Camelot, ou o que sobrou dela.
O mundo Astral possui 3 biomas, e cada um desses biomas podem se alterar em cada dimensão alternativa que Arthur é revivido.

Os nobres Cavaleiros da Tábula Redonda estarão presentes, através de suas almas que Merlin conseguiu trazer de volta e as colocando em suas devidas estátuas. Arthur poderá conversar com eles e tentar entender um pouco mais sobre o que aconteceu depois que foram investigar o Santo Graal, mas ainda assim de forma limitada.
Os cavaleiros também terão funções importantes para o combate de Arthur, que iremos ver no decorrer do review/tutorial.

Entretanto, nem tudo está perdido…
Apesar das almas dos nobres cavaleiros se manterem vivas nas estátuas, a população de Camelot ainda está viva, porém perdida e espalhada pelos biomas vistos anteriormente. Com isso, Camelot poderá voltar à ter uma parte de sua restauração e sua população de volta, através dos personagens NPC’s que iremos encontrar, de forma aleatória, como todo roguelike.
A Tábula Redonda, forte mais uma vez…
A Excalibur de Arthur tem um poder com grande potencial, mesmo com sua lâmina quebrada.
Graças ao companheirismo, fidelidade e honra entre os cavaleiros, eles poderão ajudar com suas habilidades e empunhar seu poder e estilo de arma na Excalibur.
Para isso, Arthur deve selecionar o estilo de luta que gostaria de usar, de acordo com o cavaleiro e sua estátua, encontrados na Dimensão Astral, como visto antes.

Cada cavaleiro influencia nos atributos de Arthur, especificamente em velocidade de ataque, dano, velocidade de movimento e capacidade de Pontos de Saúde.
Enquanto Arondight de Lancelot é uma espada de ataque fechado, a Galeholt de Bors é mais rápida, porém mais fraca e em rajadas distantes.
Os cavaleiros também terão 1 habilidade única e que é ativada por Arthur através do botão
.
Arthur não precisa necessariamente ter uma skill do mesmo cavaleiro que estiver usando sua arma, apesar de ser mais eficaz. Mas o jogo te dá a liberdade de ser versátil e poder eleger diferentes combinações entre os cavaleiros para uma melhor percepção de combate.
Voltando para os combates e exploração, vamos ter um mapa com diversos segmentos.

Cada área é designada para 1 recurso ou exploração disponível, e cada área poderá ser facilmente revisitada através da habilidade de fast-travel que Arthur pode executar. Porém, obviamente, apenas em áreas já vistas.



Áreas de batalha poderão ter diversos formatos, com batalhas simples em uma área sem recurso, ou em armadilhas que todos os inimigos precisam ser derrotados para prosseguir a exploração e liberar os recursos presentes nessa área.
As batalhas ainda podem ter variantes com NPC, como é o caso do Pan Piper, que irá desafiar Arthur para enfrentar hordas de inimigos e poder abrir baús.

Algumas áreas terão o que chamaremos de bênçãos.
Elas são dividas em 2 aspectos, com as bênçãos de influência direta para Arthur, ou com as bênçãos herdadas pelos seus cavaleiros.
As bençãos são diferenciadas pelo seu altar, onde as de cavaleiro terá a estátua do cavaleiro em questão, e a de influência geral, será uma mesa redonda.


Cada benção terá 3 possíveis influências, mas Arthur só poderá levar consigo 1 por estátua.
As bênçãos influenciam em diversos pontos, como as próprias armas dos cavaleiros, os atributos de batalha de Arthur ou até mesmo efetividade e duração de bênçãos passivas.
Agora preste atenção que algumas bênçãos tem as insígnias abaixo, indicando que elas são mais efetivas especificamente para o cavaleiro que a possui, seja na sua arma, ou na sua skill.
Como dito antes, não é necessário manter uma build 100% genuína para o cavaleiro, mas haverá maior recompensa de efeitos caso você estiver selecionando a benção adequada.
A build de Arthur pode ter até 2 bênçãos equipadas, e alternadas entre os botões
e
.

Caso você tiver o interesse de trocar as bênçãos e ela já estiverem com atributos, é possível descartar uma para equipar a benção que tiver interesse.

Para maior compreensão, os status de Arthur e das armas e skills são bem simplórios.
Todas as bênçãos adquiridas são carregadas 1 vez por jogo, ou seja, caso Arthur precisar ser resgatado novamente por Merlin, ele irá perder tudo na próxima tentativa. (Roguelike, lembra?)
Os inimigos poderão sofrer diversos estados anormais e até mesmo acerta-los com mais efetividade em ataques elementais ou em fraquezas, dependendo da forma que você deixar Arthur poderoso. Os danos de fraqueza são mostrados com o “WEAK” no hit, e os elementais / críticos são mostrados pelo dano em cor “laranja” juntamente com a palavra do estado anormal efetivado.


Uma Camelot Revivida…
Como dito anteriormente, você poderá encontrar no mapa, algumas áreas diferenciadas, seja para recuperar vida, armadilhas, recursos, ou até mesmo NPCs perdidos.
Resgatar esses NPC’s irá elevar o nível do reino de Camelot, o que pode trazer novos recursos e possibilidades para Arthur enfrentar os gigantes.

Entretanto, 2 desses NPC’s não são levados para Camelot, sendo o Assam, o Mercante e Morgana, a Feiticeira.


O Mercante irá usar Soul Orbs, que é derrubada pelos inimigos ou encontrada em objetos destrutíveis no cenário.


Morgana no entanto conhece muito bem Arthur e todo o pessoal da Camelot, sua ajuda é uma linha tênue entre sorte e azar, já que ela poderá dar uma benção e uma maldição ao mesmo tempo.
O mercante e a feiticeira estarão disponíveis em cada bioma, alterando seus itens disponíveis de venda para o mercante e a possibilidade de ter bênçãos e maldições variadas com Morgana.
Outros NPC’s misteriosos farão parte da jornada de Arthur, e especificamente um, você deve ficar feliz se encontrar o mais breve no jogo. Trata-se do Regetin, o ser ancestral que tem o poder da criação.
Com a ajuda dele, você poderá trazer novas construções, e consequentemente, novos NPC’s perdidos no vácuo.


Os Regetin irão usar seu dinheiro e artefato de construção para a melhoria de Camelot.
Eles terão a opção de reconstruir e melhorar o que já tiver construído, obviamente os recursos para cada construção e nível, variam de acordo com a necessidade.
As construções são divididas em “prédios”, “reino” e “propriedade”.
Prédios – trata-se das construções específicas para os NPC’s que você encontrar e resgatar.
Reino – trata-se das construções relacionadas ao castelo de Camelot e seu entorno.
Propriedade – trata-se da estética do terreno, seja com itens de enfeite e botânica.

Os artefatos de construção são adquiridos ao derrotar os gigantes de cada bioma.

Cada bioma terá 3 seções, onde a última é a luta contra os gigantes.
As outras 2 áreas terão batalhas com monstros, que são classificados como “subchefes”, de fato.
Essas batalhas em específico são randômicas e variam entre 2 tipos de monstros, sendo possível enfrentar até 4 subchefes diferentes em cada bioma.


Com as devidas melhorias, o jogo irá proporcionar novas opções de upgrades fixos e recursos para Arthur. Como exemplos, Trabuchet pode melhorar a Excalibur e Medea pode dar missões de caça em troca de dinheiro.


Como disse, há muito pra se explorar no Astral Dimension, mas não irei me prolongar nas possibilidades, uma vez que é uma das diversões do jogo, descobrir os npcs e ver o que cada um pode oferecer ao Arthur.
Troféus / Conquistas

Dificuldade: 3/10
Como todo roguelike, o jogo exige um considerável tempo para platina, já que você precisa estar bem forte e montar uma build competente para Arthur, com base nas escolhas que fizer nas bênçãos e upgrades fixos. De forma resumida, você precisa:
- Usar o teletransporte
- Derrotar um número específico de inimigos básicos diferentes
- Derrotar os 4 monstros dos biomas da floresta e deserto
- Desbloquear todos os cavaleiros
- Alcançar o nível 4 no reino
- Entre outros que não falarei aqui para evitar maiores spoilers
Considerações Finais e Conclusão
Graficamente o jogo encanta pela grande intensidade em suas cores e os diversos efeitos de luz com relação aos golpes e habilidades usadas em batalha. Mesmo assim, pessoas que sejam sensíveis à epilepsia, devem jogar o jogo com os ambientes satisfatoriamente iluminados.
O formato chibi para Arthur combina com o teor de comédia pastelão usada na narrativa da história, além de claro, permitir uma maior percepção com relação às batalhas que terão mais inimigos na tela ou até mesmo dinamismo com o cenário e suas armadilhas. Algo que aliás é repleto em todos os mapas.
A trilha sonora é um ponto em potencial, mas pouco explorado, as músicas tem alternância significativa em diversos aspectos, sendo totalmente indiferente e inexpressiva no início do jogo, mas com maior intensidade conforme avançamos e estamos perto de encontrar o Gigante do Vazio.
A dublagem, apesar de ser muito boa na interpretação de humor, não é mais presente em determinado momento do jogo, parecendo que não teve realmente o orçamento necessário para o término da dublagem em 60% do jogo. Algo que por sinal, não combinou depois, já que em alguns momentos, Arthur e Merlin ainda trocam piadas e sarcasmos durante grande parte do jogo.
Já a jogabilidade, é um dos grandes pontos do jogo, tendo uma execução fluída e rápida na leitura.
As batalhas frenéticas conforme você evolui, tornam o jogo com um ritmo rápido e que faz com que o jogador perceba as mudanças na forma que os inimigos irão te atacar e o cenário irá tentar te atrapalhar.
A customização do mapeamento de botões ajuda os diversos jogadores à aprimorar suas habilidades conforme a necessidade.
O desafio do jogo, como todo roguelike, pode parecer injusto, mas o foco no replay value é perceptível pelos recursos que o jogo irá lhe mostrar conforme avançar, tornando um jogo versátil e progressivo na dificuldade. A proposta de melhoria do reino que precisa ser resgatado, casou bem com a evolução progressiva ao jogador, já que o jogo não irá te prejudicar em tornar o RNG demorado para encontrar os NPC’s. Em algumas tentativas você conseguira desbloquear mais de 5 recursos facilmente, de acordo com suas habilidades.
Todos os recursos são facilmente exploráveis, é divertido jogar com cada um dos cavaleiros, tornar Arthur um personagem com diversas habilidades, permite focar em estilo de jogo mais rápido, mais lento ou mais efetivo, seja pelas armas à distância, ou com armas mais rápidas para atacar.
O jogo tem uma duração de 15 à 25 horas, dependendo de sua estratégia e sorte, entretanto apenas 3 biomas podem tornar a experiência chata para alguns que preferem maior número de ambientes, mas pense assim: roguelikes te farão morrer obrigatoriamente para evoluir e encontrar novas possibilidades, alguns jogos desse gênero exploram isso de forma errônea, seja com uma run muito longa ou com um RNG muito punitivo e demorado, no caso desse título, tudo isso foi facilmente resolvido com um sistema funcional de roguelike entre recompensa, tentativa e erro.
A performance na versão Playstation 5 foi satisfatória, e não houve fechamentos repentinos ou slowdown.

Cavaleiros Leais, merecem atenção…
Knight VS Giant – The Broken Excalibur se mostrou um roguelike merecedor de atenção, dado as diversas qualidades que ele tem perante o formato e proposta trazidos para o jogo, merecendo assim o troféu de platina e selo de recomendação do site.
A diversão pela narrativa pastelão e o combate versátil, fazem da obra um grande RPG de ação com elementos roguelike que são inclusivos para qualquer tipo de jogador, mesmo com aqueles que tem um determinado preconceito com o gênero, o jogo fornece upgrades momentâneos que são facilmente dedutíveis, além de upgrades fixos que aumentam as possibilidades durante sua exploração, além de claro, causar a curiosidade em jogar com cada um dos cavaleiros.
Ajude Arthur à restaurar o reino de Camelot, com uma batalha frenética para esse novo mundo fantasioso do mundo já fantasiado… 😛

