Review/Tutorial – I Want To Go To Mars

* Esta análise foi feita com o código cedido pela Sometimes You (versão PS4/PS5)

Distribuidora: Sometimes You
Produtora: 15 Minutes Of Game
Plataforma: PS4 / PS5 / Switch / Xbox One / Xbox Series X / Xbox Series S / Android / iOs
Mídia: Digital
Ano de Lançamento: 2024

I Want To Go To Mars é um jogo point and click que explora a jornada do pequeno Robyn e seu urso Teddy em uma viagem para Marte.

Robyn é um menino com uma mente criativa.
Após uma tempestade noturna, o garoto e seu urso de pelúcia, Teddy, vão ao pátio da casa e se deparam com sua base espacial destruída.

O urso Teddy permanece estático enquanto o garoto dorme

Desanimado com a catástrofe, Robyn pensa onde poderiam ir, um lugar onde nunca chove e a areia não é afetada: Marte!
Animados, a dupla (e o Narrador, não nos esqueçamos dele) recolhem materiais no pátio, para reconstruir a nave espacial e partirem em direção ao planeta vermelho.

A caixa de arei… digo, a base lunar foi destruída pela tempestade
Robyn percebe que Marte é o local ideal para a nova base

A nave precisa de partes específicas para a fuselagem, a cápsula e os foguetes de propulsão, mas é possível modificar os materiais, substituindo os foguetes por dinossauros. Hey, é a mente de uma criança, é óbvio que faz sentido!

A nave pode ser customizada com os itens encontrados no pátio
Duas garras de leite como propulsores e tudo pronto… ou será que não?

X é o botão de interação e escolha, Quadrado servindo para trocar o alvo do objeto interativo.
Concluída a tarefa, você pode pressionar Triângulo para o lançamento ou continuar explorando a área e customizar a nave.

Os astronautas sobem o elevador para embarcarem na nave, que agora tem dinossauros como propulsores
Algumas opções de diálogo surgem durante a conversa com a Lua (que propõe charadas)

Durante o trajeto, problemas com a nave e uma chuva de meteoros deverão ser resolvidos.
Enquanto Teddy pilota a nave, Robyn é responsável pela manutenção, podendo conversar com o computador de bordo, Pal 3000 (provavelmente o irmão mais novo de Hal 9000).

A rota traçada pelo garoto para chegar ao planeta vermelho
Parece um problema comum com estes modelos de bordo…

A arte do jogo é simples, com personagens desenhados e carismáticos.
O estilo colorido lembra as cores de giz de cera
em alguns objetos, enquanto a modelagem 3D leve em outros mostra o uso de papelão para a construção da nave.

O interior da nave em papelão e… que piada é essa, Pal?
O menino se aventura pelo espaço coletando as estrelas para o combustível

A trilha sonora suave possui temas calmos e com o uso de instrumentos de corda (vou arriscar aqui dizendo que tem Ukulele, mas posso estar enganado).
O jogo é narrado, sendo esta única voz presente… se você desconsiderar os sons enrolados que a Lua produz.

A chuva de asteroides representa o “grande” desafio do jogo
Cuidado, Robyn, veja o que aconteceu em Interestellar!

A platina consiste em finalizar o jogo, não há nenhum grande mistério aqui.

RESUMO DA ÓPERA:
I Want To Go To Mars
explora a natureza criativa da mente infantil, em um point and click sem grandes complicações, focado na simplicidade e que pode ser apreciada por várias idades.
O jogo está completamente em inglês, então tenha esta noção antes de entregá-lo nas mãos de uma criança que não compreende o idioma.

O caráter lúdico é bem recriado nos personagens e cenários desenhados e coloridos, representando a realidade do pátio da casa e da caixa de areia de Robyn, com o espaço e seus desafios na imaginação de uma criança. A trilha sonora acompanha o tom ameno e a narração faz um bom trabalho, tratando Teddy como um ser animado.
Um título que foca em uma narrativa leve e infantil, com pequenos desafios, apostando em uma aventura que emula um livro de ninar.

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