Review / Tutorial: Edge of Eternity

Ola, aqui é o Pena e hoje vamos com um JRPG nos modelos clássicos do gênero, o Edge of Eternity.

O jogo foi produzido pelo estúdio francês Midgar Studio, responsável pelo jogo Hover: Revolt of Gamers, enquanto a publicação dele ficou por conta da Dear Villagers, da qual já fizemos alguns reviews deles, entre eles o Astria Ascending e o Scourge Bringer (todos você encontra aqui).

O jogo saiu inicialmente para PC junho de 2021, que ficou em acesso antecipado desde Dezembro de 2018. Ele foi resultado do Kickstarter que teve o apoio de exatos 4045 usuários da plataforma de apoio a novos produtos.

Agora em 2022 temos o port dele para os consoles atuais, sendo que para as plataformas da Microsoft ele entra no lançamento no serviço da Gamepass pros seus assinantes.

Review feito em base da versão do PlayStation 4 e alguns testes no PlayStation 5
(código cedido pela Dear Villagers)

Titulo: Edge of Eternity
Produtora: Midgar Studio
Distribuidora: Dear Villagers
Gênero: RPG por turno / Estratégia / Mundo Aberto
Plataformas: PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch (Cloud), Xbox One, Xbox Series X (sai no Gamepass) e Pc (Steam, GOG e Epic Games)
Mídia: Física e Digital
Textos: Inglês, Espanhol, Francês, Alemão, Russo, Japonês e Chinês Simplificado.
Dublagem: Inglês e Japonês

Versão Física para Playstation 4

História

A 30 anos atrás o mundo de Heryon recebeu a visita de entidade extraterrestres com uma tecnologia bem mais avançada que a deles, só que inicialmente foi uma comunicação pacifica, aonde até compartilharam parte do conhecimento tecnológico, mas claro que no fim de tudo, estourou a guerra entre os dois mundos.

Nessa guerra encontramos Daryon, um dos guerreiros da Consort (do lado de Heryon) que após vários acontecimentos ele descobre que a sua mãe contraiu a doença conhecida como “Corrosão” (o que ela faz eu deixo na curiosidade, é parte importante da trama) e assim ele acaba desertando pra reencontra-la.

Agora com a ajuda da sua irmã Selene, os dois saem numa viagem a procura de uma cura pra essa doença e nisso correm vários acontecimentos graves que mudaram bastante o rumo da sua jornada.

O jogo esbarra em vários cliches de JRPGs, mas consegue manter bem o ritmo da história e acredite, tem vários pontos que pegam de surpresa, claro que não vou comentar aqui pra não estragar a diversão alheia.

Gráficos

O jogo traz gráficos em 3D bem detalhados puxando ao estilo anime mas também com um pouco de realismo. Cenários e monstros estão bem feitos e no geral tem uns ataques bem legais.

Ele utiliza o modo de exploração de mundo aberto, então tem vários pontos pra explorar e ver vários desses detalhes, quem curte isso vai gostar bastante. Mas só um aviso, pelo menos na versão do PlayStation 4 ele tem algumas falhas e instabilidades na parte gráfica, pra mais detalhes veja o final do texto na sessão “Performace”.

Áudio

As musicas do jogo teve a participação de Yasunori Mitsuda, que trabalhou nos jogos da série “Chrono” (Trigger, Cross e Radical Dreamers), além do primeiro Xenosaga e do mais desconhecido Shadow Hearts (excelente perola do PlayStation 2 que eu não me canso de recomendar aos amantes do gênero de JRPG).

No geral elas são mais calmas, mas tem uma boa variação entre as de batalha e alguns dos cenários tem umas musicas macabras que combinam bastante com o clima do local, isso sem contar as do ultimo chefe, essa me pegou de surpresa de tão boa.

Não achei a OST completa dela, mas pelo menos achei algumas pra mostrar o geral delas enquanto você termina de ler o review.

O jogo agora tem dublagem em Inglês e Japonês (e claro que eu joguei com a japonesa), mas como não encontrei uma lista dos dubladores japoneses (pode ter sido falta de atenção, mas nos créditos só vi a dos originais em inglês), vale citar alguns da versão em inglês:

  • Micah Solusod: Dublador do Daryon, faz o Seido Takizawa do Tikyo Ghoul:re e Akito Hyuga do Code Geass: Akito The Exiled;
  • Edwyn Tiong: Dublador do Ysoris, faz o Royal Magister do Freedom Planet e o Detective Grimoire do jogo de mesmo nome e do Tangle Tower;
  • Deneen Melody: Dubladora da Myrna, faz a Mari da série Evangelion e a Rotten Dollhart do Death end re;Quest 2.

Jogabilidade

Fui direto no Nightmare pra fazer todos os troféus do jogo de uma vez

O iniciar uma nova partida ou mesmo durante a jogatina você pode trocar algumas configurações, como a dificuldade dele e aumentar bem o tamanho dos textos caso precise. Assim, caso esteja com muita dificuldade na nível atual, pode mudar pra facilitar a sua vida (ou aumentar caso ache que está muito fácil).

Menu Principal

Todo RPG que se presa precisa de um menu pra acertar o seu time e claro que aqui não seria diferente. Na opção “Main” você pode escolher quais dos seus personagens participarão das batalhas, colocar quem você quer comandar no mapa e ver os bônus de comidas afetando os personagens.

Na aba “Crystal” você pode equipar os cristais nas suas armas pra aumentar caracteristicas como força e defesa, como também liberar ataques e magias deles, mas tem algumas regras:

  • Para liberar mais espaços de cristais na arma, precisa evoluir elas durante as batalhas;
  • Cada espaço pra cristal só aceita da cor respectiva a ela e cada um desses espaços ao ser utilizado aumenta uma característica do personagem;
  • Só é possível seguir um caminho das ramificações, bloqueando o acesso as outras rotas;
  • É possível retirar os cristais sem nenhuma perda de material, então pode testar as combinações conforme desejar.

Na aba “Equipment” você pode trocar os equipamentos dos personagens e também equipar as técnicas dos cristais nos espaços livres no lado direito do menu. Caso troque de arma, você tem a opção de manter os cristais ou retira-los pra usar posteriormente.

na aba “Battle Items” você pode equipar quais itens cada personagem tem acesso durante a batalha, mas tem alguns detalhes aqui:

  • A quantidade de tipos de itens varia entre os personagens;
  • Cada item tem um limite de uso dentro da batalha, então mesmo que você tenha 50 unidades do item, se ele só permite utilizar 2 vezes durante a batalha, não terá acesso ao resto que está no inventario até terminar a batalha.

Em “Tactics” você acerta a posição inicial de cada um dos seus personagens na batalha. Vale lembrar que cada hexágono (espaço dentro do campo) comporta até 4 personagens, sendo que alguns tem um espaço menor.

A aba de “Inventory” é apenas pra controle dos itens que o seu time tem, já que não há necessidade de utilizar itens de cura fora das batalhas, mas sempre é bom olhar quando estiver com duvida de quantos itens faltam pra completar uma quest, por exemplo.

Caso deseje, pode também reciclar alguns tipos de itens pra extrair um dos elementos utilizado na sua construção (não são todos os itens que tem essa opção).

A aba “Characters” é apenas uma visualização, ajuda pra ter uma noção geral de como os personagens estão pra montar as suas estratégias. Aqui você também tem uma explicação do que serve cada uma das caracteristicas dos personagens.

Na aba “Quests” você tem uma visão geral de todas as missões ativas no jogo, tanto a principal da campanha (que ficam marcadas como “Main Quest” pra facilitar a visualização), como também as missões paralelas. Caso queira, você pode ativar uma missão para mostrar o próximo passo dela no mapa (não funciona com missões paralelas de caça a monstros comuns).

O “Bestiary” mostra os inimigos que você já derrotou com as fraquezas e resistências que você já descobriu e recebe atualização a cada nova característica e item encontrado.

A aba “Wardrobe” não teve mudança pra mim durante todo o jogo, ficando apenas a opção “Default”. Isso provavelmente é acesso a armadura extra que já tem no PC.

Criação de itens e equipamentos

O jogo tem um sistema simples mas gostoso pra criação de equipamentos e outros itens que te auxiliam na campanha. Cada um deles tem uma bancada dedicada pra o tipo especifico de criação, mas nem todas as cidades tem todas elas, então as vezes precisa retornar a alguma cidade caso queira criar algum tipo de item especifico.

Um detalhe que engloba quase todos os itens criáveis do jogo (com exceção dos cristais) é que você precisa do diagrama de criação de cada item, não tem como misturar item e ver o que sai dessa mistura.

Criando Armas

Pra criar a “Stone Blade” você precisa primeiro criar uma “Stone Cutter”, que é material dela.

A criação de armas é que tem a maior variação, por que além de precisar do diagrama pra cria-las, você precisa de uma cópia da versão anterior dela pra fazer a nova versão, seguindo a árvore das classes. As armas também tem classes diferentes, sendo que cada uma delas tem um bônus diferente (e quantidades diferentes de cristais alocáveis). Claro, qualquer nova arma criada vem em nível 1, precisando evolui-las.

De resto, basta ter todos os materiais necessários e segurar o botão até encher a barra pra criar o equipamento.

Criando Armaduras e Itens

Pra criar peças de armaduras, itens de batalha e materiais, o processo não foge muito de como é feito pra as armas, precisando dos materiais necessários pra a criação, mas nesse não precisa seguir uma árvore de criação, facilitando a criação de várias peças.

Criando Cristais

A criação de cristais foge um pouco do outros itens. Aqui você pode fundir até 5 cristais pra criar um novo e mais forte cristal, podendo chegar até o rank +5, mas tem umas regras aqui:

  • O primeiro cristal (o do topo) é que designa qual cor e categoria qual o cristal resultante da fusão;
  • Pode usar até 4 cristais além do principal, independente da cor, categoria ou rank;
  • As caracteristicas e técnicas do cristal resultante é aleatória, mas você pode gerar um novo resultado com o botão “Shuffle” até encontrar um resultado que te agrade.
  • Cada cristal pode conter mais de uma técnica de personagens diferentes.

Exploração

Tem uns lugares macabros no jogo

Boa parte do jogo segue em mapa de mundo aberto e bem grandes, com vários locais pra explorar. Você pode deixar qualquer um dos seus personagens como o controlável no mapa, não afeta a jogabilidade.

Durante a exploração, o tempo passa, variando entre o dia e noite e também tem mudança de clima, podendo chover, nevar, entre outras condições que afetam os elementos durante as batalhas. A variação deles é mostrada na parte do mini-mapa no canto direito.

Você tem visualização dos inimigos no campo e pode ataca-los pra iniciar a batalha com vantagem. Esse ataque também é utilizável para abrir baús (sim, vai na ignorância mesmo ahahaha) ou coletar matérias no campo.

Você também encontra centros aonde alguns personagens tem missões paralelas aleatórias pra você, mas elas são temporárias, se demorar muito, elas somem ou substituídas por outras.

NPCs com a exclamação tem missões, algumas são da campanha principal e outras são paralelas, mas é sempre bom ver o que é.

Tem também quadros de missões. Essas são de caças de monstros nos arredores da região. Vale bem a pena completar essas caças tanto pelas recompensas como experiência recebidas.

Nesse jogo temos os Nekaroos, felinos gigantes que servem de montaria e facilitar a locomoção nos enormes mapas do jogo. Além disso, eles também conseguem encontrar itens enterrados, então sempre vale a pena usa-los na exploração.

Nos hotéis das cidade você pode descansar e recuperar a barra de energia do time, que afetam os personagens conforme ela esvazia. Você pode também escolher alguns alimentos que dão alguns bônus e penalidades até o próximo descanso, mas esses valores também diminuem conforme a barra de energia esvazia.

Ao descansar nos hotéis, você também tem a opção de ver interações dos seus personagens e conhecer mais das suas histórias (e rir um pouco com algumas situações). Essas interações aparecem conforme avança na campanha.

Fora o save automático, você só consegue salvar nos pontos específicos espalhados pelos mapas. Neles também tem a função de teletransporte pra as áreas já liberadas, mas como funciona depende de onde você está:

  • Save points no mapa podem te levar a qualquer ponto liberado no mapa geral do jogo, mas tem uma cobrança fixa pra essa função;
  • Save points dentro de dungeons não tem cobrança, mas só funcionam nos saves dentro da mesma dungeon.

Batalhas

A posição da câmera é ajustável durante as batalhas.

As batalhas do jogo são por turno usando o famoso ATB (Active Time Battle), aonde o turno dos participantes varia conforme a agilidade deles. Quando um dos seus personagens tem o turno deles, você pode segurar o botão indicado pra continuar avançando o tempo ou trocar com outro personagem que também tem um turno ativo.

Todos os comandos das batalhas tem algum botão especifico, você não precisa procurar os comandos em uma lista, mas isso também reduz bem a quantidade de comandos utilizáveis.

Hexágonos em vermelho são alvos de um ataque de área, saia deles o mais rápido possível.

O campo usa o sistema de campos hexagonais (se você jogou Wild Arms 4 ou 5, vai reconhecer um pouco essa parte) e muitos elementos que afetam o esses locais, lembrando mais um jogo de estratégia do que de RPG normal. Os personagens podem movimentar-se nelas, mas não podem invadir um campo ocupado por inimigos ou que esteja com o máximo de unidades nelas (geralmente 4 personagens).

O posicionamento dos personagens aqui são muito importantes, já que ataques físicos só acertam inimigos em hexágonos adjacentes, ataques e longa distancia dependem da quantidade de espaços até o alvo e ataques pelas costas causam o dobro de dano.

Nos comandos gerais (que todos os personagens tem), você pode usar o ataque físico, pular o turno, deixando o personagem defendendo, mover-se no campo, fugir e usar itens.

Já a área de skills varia totalmente entre os personagens e os cristais que eles estão equipados.

Selene está carregando uma magia, por isso a barra vermelha nela

Enquanto ataques físicos e uma boa quantidade das técnicas tem o uso instantâneo, magias precisam carregar pra a sua execução. Quando iniciadas, aparece uma barra vermelha no usuário e uma linha mostrando o alvo. Aqui tem dois pontos importantes:

  • Quando a barra vermelha tem um cadeado, não é possível interromper o uso da técnica;
  • Quando a barra vermelha NÃO TEM um cadeado, caso acerte um ataque físico ou técnicas específicas, a concentração do ataque é interrompida, obrigando que o usuário escolha outra ação (pode ser a mesma técnica que foi interrompida, mas a concentração retornar do zero).
Vários objetos pra te ajudar nas batalhas.

Em alguns pontos do mapa (que vira o campo de batalha com limitação de distância) você encontra alguns cristais e objetos que são utilizáveis nas batalhas. Usar eles ajuda muito certas batalhas, já que temos balistas, cristais de cura, entre outros.

Depois de um ponto do jogo, libera uma barra extra de energia que carrega conforme eles atacam e recebem dano. Quanto estão carregadas, é possível utilizar o especial do personagem, mas ativa-lo gasta 3% da barra de energia do time.

Esse mecha ficou bem legal, curti o design dele.

O uso de fraquezas e resistências elementais é algo comum nos RPGs e nesse jogo são essenciais. Além de ver os elementos por símbolos nas barras de energia dos inimigos, você pode utilizar o “SCAN MODE” e verificar as caracteristicas de todas as unidades da batalha, o que ajuda nas estratégias. Claro que os elementos que funcionam bem você precisa encontrar por conta, mas uma vez utilizado um elemento, ele fica registrado no perfil do inimigo.

Se conseguir as 3 estrelas, recebe um equipamento novo.

Na maioria das batalhas (e principalmente as de chefes) temos objetivos extras, tais como derrotar os inimigos sem usar cura ou em uma certa quantidade de turnos. Esse desafios são aleatórios nas batalhas normais e dão pequenas recompensas, que varia entre dinheiro e algum material ou cristal. Já nos chefes, as condições são fixas e alguns deles, pode ter mais de uma condição e em alguns casos, completar todos os desafios rende um equipamento extra.

No final das batalhas, os personagens participantes e suas armas recebem experiência, além de claro o dinheiro e itens. Um detalhe aqui é que ao termino das batalhas, todo o HP e MP são restaurados, por isso não temos o uso de itens de cura fora das batalhas.

Puzzles

Em algumas partes do jogo você encontra áreas que acionam alguns quebra cabeças, que consistem geralmente em conseguir avançar os personagens no local designado usando os movimentos em hexágonos iguais ao de batalha.

Alguns são obrigatórios, mas boa parte deles são apenas pra encontrar baús, mas geralmente tem itens bons, então vale a pena pensar um pouco neles.

Extras

Depois de um ponto do jogo libera um mini-game com o Nekaroo. Nele você corre numa pista de obstáculos pra marcar o tempo de corrida. Ele é uma missão inicialmente e depois fica livre pra fazer a qualquer momento do jogo.

Conquistas

Além de não ter achado todas as frutas cristalizadas (faltam 4…), tem dois troféus com bug impedindo a platina…

Se você tem costume com jogos de RPG por turno e estratégia, mesmo o modo mais difícil não é nada extremamente complicado, mas você precisa vasculhar cada canto do jogo pra conseguir fazer toda a lista, o que vai comer bastante tempo. Entre os mais trabalhosos temos:

ConquistaDescrição
Difficulty NightmareFinalizar o jogo no Nightmare sem mudar a dificuldade
Crystal Fruits IVEncontrar as 100 frutas cristalizadas
Unbeknowst MastersCompletar a linha de quests da Nameless Swordwoman

PS: Pelo menos no Playstation 4 (e pelo que eu verifiquei, provavelmente no Playstation 5 também), os troféus “Weakness Finder” e “Treasure Hunter III” estão com falha, não ativando mesmo conseguindo os requisitos, o que torna a platina dele impossivel até o momento…

Conclusão

Até cheguei a ver comentários do que pode vir, mas como não tenho nada confirmado, vamos esperar esses conteúdos extras.

Edge of Eternity traz um RPG nos moldes clássicos dos JRPGs, com batalhas em turno misturando formula de jogos de estratégia nele, dando um ponto extra pra aqueles que gostam de quebrar a cabeça nas estratégias.

Os gráficos são bem bonitos, com vários tipos de cenários diferentes cheios de detalhes e enquanto agrada muito, essa parte do jogo tem umas falhas que eu abordo no final do texto na parte “Performace”.

As musicas são tem uma variação interessante, boa parte dela é bem mais calma, mesmo as de batalhas, mas há certos pontos que tem umas musicas sinistras e a parte final do jogo surpreende bastante nesse ponto, foge bem o que teve até o momento.

A exploração e batalhas do jogo ficam muito boas, mesmo pra quem não curte tanto jogo de mundo aberto, já que ele é grande mas não algo extremamente gigante ao ponto de cansar e as batalhas, pra quem gosta delas por turno, agradam bastante com as mecânicas individuais de cada personagem.

Não vou entrar em detalhes aqui, mas o final da ponta pra uma sequencia (não se preocupe, ele fecha bem o que foi iniciado no jogo), então espero que tem um bom alcance pra que tenhamos realmente esse próximo jogo.

Performace

Uma das falhas de gráfico encontrada no jogo

Enquanto eu gostei bastante do jogo ao ponto de esperar que saia mesmo a continuação, pelo menos a versão do PlayStation 4 precisa de uma polida extra pra resolver alguns detalhes gráficos e de estabilidade.

No geral o jogo funciona bem, mas a certos pontos aonde temos falhas gráficas, como a mostrada na gif e outros detalhes. Mas o que realmente preocupa mesmo é a instabilidade do jogo. Se jogar por muito tempo seguido, ele da erro e fecha o jogo e geralmente isso ocorre depois de batalhas de chefes ou cenas de história compridas, então aconselho salvar o jogo, reinicia-lo pra não ter que refazer alguma parte comprida.

Fiz alguns testes rápidos no PlayStation 5 (não pude alongar muito), mas pelo menos até o ponto que eu cheguei correndo com a história não peguei essas falhas e nem tive erro que encerra-se o jogo e também nessa versão tem a opção gráfica pra focar em DESEMPENHO ou QUALIDADE, o que pode manter o jogo mais estável.

2 comentários

    1. Olha, eu gostei bastante dele, tirando os detalhes gráficos no PS4, o jogo é bem gostoso.
      Se vc vai de PS4 ou PS5, eu até recomendaria tentar a versão física, mas se vc tem o Xbox e usa o gamepass, aproveita que saiu no gamepass XD