Review / Tutorial de Gun Crazy

Robôs, tiros, velocidade.
Uma policial com um braço-canhão e muitos inimigos pelo chão!

* Esta análise foi feita com o código cedido pela Ratalaika (versão PS4)

Distribuidora: Ratalaika Games
Produtora: PXLink
Plataforma:  PlayStation 4 / PS Vita / Xbox One / Switch / PC
Mídia: Digital
Ano de Lançamento: 2020

Ah, os anos 80!
Jogos com puro desafio, sem grandes preocupações com a história.
Quem precisa de história quando é difícil piscar e esquivar de tiros ao mesmo tempo.

Uma policial com um braço robótico/canhão de prótons (semelhante ao Mega Buster) avança por quatro fases repletas (e acredite, ênfase no REPLETAS) de inimigos robóticos dos mais variados tamanhos e formatos: insetos voadores, drones disparando lasers ou gigantes bípedes avançam freneticamente.

Sub-chefes e chefes gigantes aumentam a necessidade de esquiva rápida. O pulo duplo combinado com o dash é sempre uma boa solução nestes casos.

Cabe a você aniquilar o que estiver na tela e esquivar os projéteis, isso tudo em meio à chuva de “moedas” que os inimigos soltam ao serem destruídos.

Uma policial nervosa e o caos generalizado na tela

Em meio às plataformas, é possível encontrar gemas de poder com diferentes tipos de tiro, de longos feixe-laser a tiros de “shotgun” protônicos, com munição limitada.
Se o inimigo estiver muito próximo, a protagonista também pode desferir socos.

Quer mais desafio ainda? Encare o modo 1cc, desbloqueado após zerar o jogo normal. Vamos dizer apenas que eu não consegui avançar muito nesse modo…

Os gráficos são bastante coloridos, em tons vivos e que podem tornar a ação um tanto quanto confusa, com a opção de desligar a sacudida de tela (pessoas com motion sickness agradecem).

Cores fortes e muitas explosões

A trilha sonora lembra um chiptune, mas com som mais limpo.
As músicas são rápidas e agitadas, entrecortadas pelo incessante som dos disparos e os eventuais gritos de morte da heroína.