Review / Tutorial de Thy Sword

Em meio a tantos lançamentos gigantescos, jogos open world com mapas imensos para serem explorados e toneladas de sidequests, às vezes o que queremos é uma diversão rápida e simples, como nos velhos tempos.
Essa é a proposta de Thy Sword, hack’n’slash trazido pela Ratalaika.

* Esta análise foi feita com o código cedido pela Ratalaika Games (versão PS4)

Distribuidora: Ratalaika Games
Produtora: Gamephase
Plataforma:  PlayStation 4 / Switch / PlayStation Vita / PC
Mídia: Digital
Ano de Lançamento: 2020

Thy Sword é um hack’n’slash roguelike com levels gerados proceduralmente e um visual retrô.

Para acabar com o reino de terror do Dark Overlord, você precisa coletar cinco cristais mágicos para ter acesso à fortaleza do vilão, escolhendo inicialmente entre o bárbaro e a valquíria (outros personagens são desbloqueáveis durante a aventura).

O bárbaro começa com uma espada longa, enquanto a valquíria inicia com uma espada curta e um arco.
Além do golpe normal, há também um movimento de decapitação, que exige uma distância e timming mais acurados para ser executado corretamente, o golpe especial (que só pode ser usado uma vez por fase), a defesa e o botão do arco e flecha (o bárbaro inicia sem esta opção, mas pode achar a arma em alguma fase ou comprá-la entre os mapas).

O ataque especial é raro, mas pode varrer a tela

Apesar dos mapas gerados proceduralmente, o reino possui áreas pré-determinadas.
A dinâmica funciona da seguinte maneira: derrote todos os inimigos do cenário para abrir a passagem para o próximo mapa; cada área possui uma determinada quantidade de cenários, ao final dos quais alguns possuem os chefes que guardam os cinco cristais do poder.

Os cenários possuem bastante verticalidade


Não se deixe enganar pelo visual e música retrô, o combate é rápido, especialmente nos chefes, que pedem mais estratégia.

Ao final de cada área, é possível comprar itens e armas em um acampamento, além de apostar nas cartas para aumentar a grana.

A trilha sonora foi composta com o SID chip, do Commodore 64.
Se você é velho como eu (ai meu reumatismo!), vai apreciar o chiptune com aquela nostalgia característica.

Além da campanha com possibilidade de coop local, há também um modo arena, com armas e itens randômicos podendo ser coletados durante a batalha.